Viver em São Paulo, acordar e adormecer debaixo da suas asas de pomba, reagir aos estímulos, caminhar, correr, parar no farol, entrar na fila, chacoalhar em ônibus... Blog-testemunho? Não... Apenas memória afetiva destes atalhos pra lá de urbanos.
As razões? Talvez a nostalgia do amigo imaginário da infância... Será a insônia que ataca? Mais provável porque seja arriscado conversar com estranhos. Ou porque as palavras são seres próprios e arranjam um jeito de sair quando calamos. Afinal, já dizia o poeta: "se não agora, quando?"
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